domingo, 13 de setembro de 2009

Qual a origem da palavra Fascismo???


A palavra fascismo vem do italiano "fascio", que significa "feixe". Mussolini a usou pela primeira vez em 1919. A origem do termo é a palavra em latim "fasces", nome de um machado cercado por hastes de madeira, símbolo de unidade e de poder justo na Roma antiga. Há quem diga que os "fasces" incorporam a essência do fascismo: as pessoas são as hastes de madeira, amarradas ao Estado para formar uma unidade poderosa. O Estado é o machado, que tem o poder de criar, de impor e de destruir.

Fonte: http://brasigo.com.br/perguntas/a-origem-da-palavra-fascismo

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

História do fascismo



Existem inúmeros estudos referentes ao fascismo, tentando explicar-nos suas definições que quase sempre acabam sendo contraditórias. Podemos citar três usos ou significados principais que explicam o conceito de fascismo:

  • Referi-se ao núcleo histórico original, constituído pelo fascismo italiano, estabelecido na política italiana desde 1922 e tendo como líder Benedito Mussolini.

  • Está ligado à dimensão internacional que o fascismo alcançou, tendo como exemplo a associação deste ao movimento nacional-socialista alemão que acabou por estabelecer uma analogia entre o fascismo italiano e o designado fascismo alemão.

  • Amplia o termo a todos os movimentos ou regimes que aproximam-se do fascismo histórico.

Em linhas gerais entende-se por fascismo a todo um sistema autoritário de dominação que apresenta outras características intrínsecas. Sua ideologia está diretamente fundada no culto ao líder, na exaltação da coletividade nacional e no desprezo aos valores do individualismo liberal. Seus objetivos estavam fundamentados na expansão imperialista em nome da luta das nações pobres contra as potências. Além disso, zelavam pela mobilização das massas e pelo seu enquadramento em organizações tendentes á uma socialização política planificada e funcional ao regime, bem como propugnavam o aniquilamento das oposições com o uso da violência e do terror.

Portanto, podemos concluir que os regimes fascistas foram uma oposição direta as democracia impostas no Velho Mundo após a Primeira Guerra Mundial. A meta de eliminar esses sistemas políticos e de implantar uma “nova ordem política e social” culminou com a Segunda Guerra Mundial.


Fonte: Texto condensado de livro enciclopédia Matéria e Pesquisa/ Aluno nota 10.


sábado, 5 de setembro de 2009

Fascismo e a Igreja


Em 1929, Benito Mussolini e Pio XI assinaram o Tratado de Latrão, no qual se reconhecia a soberania do Estado do Vaticano.

Este tratado, porém, não impele a católicos a acolherem a doutrina fascista, pois alguns incautos não sabem, mas a doutrina fascista é incompatível com o catolicismo, com a sua doutrina social, na qual se encontra o princípio da subsidiariedade.

Segundo este princípio, "uma sociedade de ordem superior não deve interferir na vida interna de uma sociedade inferior, privando-a de suas competências, mas deve, antes, apoiá-la em caso de necessidade e ajudá-la a coordenar sua ação com as dos outros elementos que compõem a sociedade, tendo em vista o bem comum". Portanto, como o regime fascista é caracterizado por uma intervenção muito acentuada do Estado que ameaça a liberdade e a iniciativa pessoais, um regime que pretende controlar todas as ações e relações sociais, como todo regime totalitário é incompatível com este princípio. Não apenas fere este princípio, como também confere ao estado um culto exagerado, a "estalolatria".

Outrossim, encontra-se no Programa dos Fasci uma negação a estruturas dogmáticas.

Desta forma, o verdadeiro católico não pode ser fascista.

Fonte: http://www.colegiosaofrancisco.com.br

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Avanço dos regimes totalitários

Em vários países da Europa, a crise do capitalismo provocou efeitos desastrosos, com o aumento do desemprego, e da inflação a diminuição da produção. E ainda contribui para agravar os conflitos entre classes sociais.

A democracia liberal mostrou-se incapaz de administrar os graves problemas da época. As elites preocupadas mostraram-se a formação de governos autoritários capazes de impor disciplina social.

Essas idéias políticas levaram o recuo das democracias liberais, abrindo espaço para o avanço dos regimes totalitários.

Havia ainda outra importante questão que contribui para o recuo do liberalismo e a crise das classes dominantes em relação às lutas proletário-socialistas. Para se proteger dos movimentos socialistas, a maioria das classes dominantes apoiou a ascensão dos regimes totalitários.

Entre os exemplos mais significativos de regimes totalitários estão o fascismo na Itália e o nazismo na Alemanha. Ao longo desse blog , viemos nos aprofundar um pouco sobre o fascismo, um importante regime liderado por Mussolini.


Fonte: Texto condensado por Natanna do livro História Consciência do mundo/ Volume 2

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O Fascismo

A Emergência do Fascismo e suas conseqüências
A Europa viveu a década de 30 sob a ameaça do fascismo, ideologia totalitária e expansionista que se estendeu por boa parte do continente. As causas foram: a profunda crise econômica iniciada nos Estados Unidos em 1929, que gerou recessão mundial e proletarização das camadas médias; o abuso dos vencedores da Primeira Guerra Mundial sobre a Alemanha derrotada (Tratado de Versalhes); o medo do "perigo vermelho" após a formação da União Soviética; e a perda de confiança de parte da sociedade nas instituições liberais e democráticas.
A Itália no começo do século XX
As conseqüências da Primeira Guerra Mundial foram desastrosas para a Itália, que perdeu mais de 700 mil soldados e contraiu altas dívidas com os Estados Unidos e a Grã-Bretanha. Esse custo elevadíssimo não foi compensado pelos tratados de paz, criticados pela burguesia nacionalista. Falava-se em "vitória mutilada", com poucos territórios concedidos à Itália. O fim da guerra provocou o aumento do desemprego e uma sucessão de conflitos sociais.
A Itália fascista
Mussolini chegou ao poder em outubro de 1922, após a Marcha sobre Roma. Um mês depois, o Parlamento concedeu plenos poderes ao governo fascista. Mussolini, animado pela vitória nas eleições de 1924, criou um Estado fascista baseado no corporativismo, no intervencionismo estatal na economia e no expansionismo militarista (ações armadas na Etiópia e na Guerra Civil Espanhola). Ao mesmo tempo, acabou com a Questão Romana (formação do Estado do Vaticano), recuperou a economia, organizou uma legislação trabalhista, proibiu a emigração, reforçou a censura e passou a perseguir a oposição política por meio da milícia fascista, os camisas negras. O Duce, como era chamado Mussolini, tornou-se presidente do Conselho, respondendo apenas ao rei e governando por decretos de forma autoritária
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Fonte:www.culturabrasil.pro.br/fascismos.htm

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Fascismo na Itália

Após a primeira guerra mundial, a Itália tinha que enfrentar o saldo doloroso do conflito: 700 mil mortos, 500 mil feridos e dívidas enormes contraídas junto aos Estados Unidos e à Inglaterra. Além disso, a fome a inflação e o desemprego afetavam operários e camponeses, provocando grande agitação social.

Foi nesse clima de instabilidade econômica e social que Benedito Mussolini fundou, o Partido Nacional Fascista. Mussolini e seu partido apresentavam-se como solução para a crise italiana. Afirmavam ser capazes de acabar com a onda de greves e com a agitação dos socialistas, além de encaminhar o país rumo ao crescimento econômico. Acreditando em suas propostas, muitos industriais financiaram a ascensão fascista. Em 1922, Mussolini conquistou o poder na Itália.

Fonte: Texto condensado do livro História e Consciência do Mundo, editora Saraiva, volume 2, 1999

domingo, 5 de julho de 2009

O fascismo brasileiro


O Brasil, como é sabido, não ficou a margem do movimento fascista. Vários grupos simpatizantes já haviam se organizado em legiões nos anos 20, inspirados em Mussolini, no entanto foi preciso esperar o ano de 1932, quando o escritor e jornalista Plínio Salgado (ex-integrante do Movimento Pau-brasil) fundou a A.I.B. (Ação Integralista Brasileira), em São Paulo, a qual, nos anos trinta, tornou-se "o primeiro partido político brasileiro com implantação nacional" [H.Trindade, pag. 9]

No Brasil, visto suas características miscigenadas, o integralismo assumiu com mais ênfase o anticomunismo e não o racismo ou o anti-semitismo ( 65% dos militantes aderiram ao movimento por serem anticomunistas e somente 5% por sua posição anti-semita [H.Trindade, pag. 161]). Também marcou-o uma inclinação pela religiosidade que não encontramos nem no fascismo italiano e muito menos no neopaganismo nazista. Tanto é que o "Manifesto de Outubro" de 1932, redigido por Plínio Salgado, Chefe Nacional do Integralismo, inicia-se com a frase "Deus dirige os destinos dos povos".

Advogava o advento da "Quarta Humanidade" uma era que integrasse - daí o Integralismo - as etapas anteriores da história humana ( o sentimento de Cosmo da primeira, a iluminação pelo Verbo Divino da segunda, e o senhor dos elementos da terceira) para chegar ao Homem Integral gerado pela futura "Revolução Integral". O lema adotado foi o conservadoríssimo "Deus-Pátria-Família". Trindade diz que o personagem literário, o filósofo Mandaratuba, um pensador ultra-nacionalista e patriota, crente no corporativismo, fascinado pelos heróis e temerosos dos "bárbaros", criado por Plínio Salgado, é uma "caricatura autobiográfica" do próprio autor.

Organizavam-se em "legiões" e subdividiam-se em "bandeiras" e "terços" e cumprimentavam-se bradando "anauê", com o braço estendido a la romana. Chegaram a anunciar a militância de 500 mil de homens e mulheres. Tinham, devido a sua formação disciplinada e gosto pela hierarquia e pelo uniforme, muita simpatia por parte das Forças Armadas, especialmente entre os oficiais da Marinha, a mais conservadora das três forças.


Fonte:http://educaterra.terra.com.br/voltaire/seculo/2004/02/17/001.htm

O FASCISMO EM OUTROS PAÍSES


O regime de Mussolini serviu como modelo de fascismo nos anos vinte e trinta. A Grande Depressão e o fracasso dos governos democráticos ao abordar as conseqüentes dificuldades econômicas e o desemprego em massa alimentaram o surgimento de movimentos fascistas em todo o mundo. No entanto, o fascismo nos outros países se diferenciava em certos aspectos da modalidade italiana. O nacional-socialismo alemão era mais racista; na Romênia, o fascismo se aliou à Igreja ortodoxa, não à Igreja católica apostólica romana. Inicialmente, o grupo fascista Falange da Espanha era hostil à Igreja católica romana, embora no governo do ditador Francisco Franco tenha se unido a elementos reacionários e pró-católicos. O fascismo desfrutou de um maior êxito no período entreguerra nos países do leste e do sul da Europa.


A derrota da Alemanha e da Itália na II Guerra Mundial tirou a credibilidade do fascismo na Europa no período pós-guerra. O único governo de caráter fascista que chegou ao poder no período pós-guerra foi o de Juan Domingo Perón, eleito presidente da Argentina em 1946. Perón contava com o apoio da classe trabalhadora e tinha poucas semelhanças com o fascismo de pré-guerra europeu. Países como a Espanha e Portugal, cujos governos fascistas se mantiveram no poder depois da guerra, passaram do totalitarismo ao autoritarismo e atenuaram os seus traços fascistas. Com a recuperação econômica do pós-guerra, diminuiu o descontentamento social que havia colaborado para a expansão do fascismo na época do pré-guerra. Em conseqüência, na maioria dos países democráticos, o fascismo parecia relegado ao ostracismo permanente em uma menosprezada faixa política.


As décadas de 1980 e 1990 trouxeram um inesperado renascimento do fascismo em algumas democracias ocidentais, geralmente chamado de neofascismo. Ele conheceu diferentes formas e destinos nesses países, mas mostrou uma antipatia racista em relação ao Terceiro Mundo e uma desilusão generalizada em relação aos partidos políticos estabelecidos.


Fonte: http://www.grupoescolar.com/materia/fascismo.html

sábado, 4 de julho de 2009

Não ao fascismo


Nos dias de hoje, muitas pessoas lutam contra o fascismo. Podemos perceber isso em muitos sites, como o a seguir: http://www.contraofascismo.net/texto5.html. Um motivo para que esse regime totalitário chegue ao fim, é uma tentativa de acabar ou amenizar a violência. Já que para os fascistas, a violencia era vista como um instrumento legítimo de afirmação ou defesa de uma ideia.

Natanna Sampaio Monteiro

terça-feira, 30 de junho de 2009

Porque os fascistas são chamados de camisa negra?

Com certeza você já leu em algum lugar onde os fascistas são chamados de camisa negra, não é verdade? Pois é, foi pensando nisso que resolvemos procurar o porque desse apelido. Pesquisamos e a seguir apresentaremos nossa conclusão e mataremos a sua curiosidade.

"A saudação com o braço erguido e a roupa negra eram os dois símbolos externos do fascismo. Por isto os fascistas eram conhecidos como camisas-negras."

Texto de : Natanna Sampaio

O que foi o fascismo

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Fonte: www.youtube.com

sábado, 30 de maio de 2009

Biografia de Benedito Mussolini

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Este é um vídeo que tem como objetivo aprofundar nosso conhecimento sobre quem foi Benedito Mussolini. Espero que ele ajude!!!!!

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Conhecendo Benedito Mussolini


Criador do Fascismo e ditador da Itália, também denominado de Duce (chefe). Nasceu em Dovia na província de Forli a 29 de julho de 1883.
Em 1910 tornou-se secretário do Partido Socialista em sua cidade natal e dois anos depois edita o jornal oficial do Partido, o Avanti!. Com a eclosão da Primeira Guerra Mundial adotou a posição de pacifismo do Partido, mas depois defende ardorosamente a entrada da Itália na guerra ao lado da França e da Inglaterra; foi, então, expulso do Partido.

Funda em 1914 o jornal I Popolo d'Italia (O Povo da Itália) e organiza os Fasci d'AzioneRivoluzionaria.
A Itália entrou na guerra em 1915, Mussolini lutou nos campos de batalha e foi ferido em 1917. Em 1919, funda os Fasci di Combattimento em Milão e prega uma posição de cunho nacionalista e antiesquerdista. Une-se à burguesia e aos latifundiários que temem o avanço do comunismo, recebendo grande ajuda financeira. Seus grupos paramilitares atacam e matam centenas de militantes de esquerda.

Em 1921 entra para o parlamento e funda o Partido Nacional Fascista. Em outubro de 1922 marcha sobre Roma e o rei Vítor Emanuel não vê outra alternativa senão pedir para que ele componha um novo governo. No ano seguinte criou o Grande Conselho Fascista e o parlamento "depurado" dá-lhe pleno poder.
Em 1925 seu governo é uma ditadura aberta, a oposição é exterminada, as eleições para cargos públicos são feitas pelas corporazionis, que também ocupam o lugar dos sindicatos.
Sem um grande poder militar, as aventuras externas de Mussolini resumem-se na Albânia em 1927, na Etiópia em 1937 e seu auxílio a Franco durante a Guerra Civil Espanhola. Realiza o pacto Roma-Berlim com Hitler, aliança que lhe valeu uma fatia da Iugoslávia.
Suas derrotas consecutivas na Grécia em 1940 e na África em 1941 proporcionaram um golpe que o derrubou em 25 de julho de 1943, consentido pelo seu Grande Conselho Fascista; é preso e só libertado pela ajuda dos alemães, readquirindo o poder no norte da Itália. Porém vem o colapso do nazi-fascismo, o Duce tenta fugir para a Suíça com sua amante Clara Petacci, mas é presos pela resistência italiana, os partigiani. Os dois são executados em Dongo, próximo ao lago de Como, a 28 de abril de 1945.

Fonte: http://www.coladaweb.com/hisgeral/benito_mussolini.htm